domingo, 28 de maio de 2017

Série B. Ceará desencanta fora de casa e conquista primeira vitória

Comemoração dos jogadores do Ceará após o primeiro gol do Ceará ( Foto: Reprodução/ twitter )
Mostrando melhor nível técnico e mais entrosamento que o adversário, Ceará aproveitou a chance contra um Náutico apático para, enfim, triunfar, por 2 a 0, pela primeira vez na Série B do Campeonato Brasileiro. Com gols de Roberto e Felipe Menezes, o Vovô espantou o que poderia ser a terceira rodada sem marcar e sem vencer. O time quebrou ainda um tabu de 13 anos sem derrotar o Timbu fora de casa; chegou aos quatro pontos e saltou de 14º para 11º na tabela.  
Após um breve começo mais disputado, Timbu e Vovô mostraram diferenças técnicas - mesmo com campanhas na Segundona semelhantes, sem êxitos e sem gols, até então. Mais entrosado, ainda que visitante, o Ceará dominou a posse de bola. Em sua estreia, Elton virou referência à frente do time e alternava com Magno Alves a posição central do ataque alvinegro. A estratégia, talvez para confundir a marcação, deu ao time de Porangabuçu boa movimentação. Mas faltou o gol no primeiro tempo. 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Ansiedade tem feito o Ceará perder gols, avalia Roberto

Atacante Roberto treinando em Porangabuçu ( Foto: Natinho Rodrigues )
Em dois jogos que fez na Série B do Brasileiro ou 180 minutos, o Ceará não marcou nenhum gol. A equipe alvinegra perdeu para o CRB na estreia por 1 a 0 fora de casa e empatou sem gols com o Boa no PV. Por isso, o atacante Roberto, titular nas duas partidas, acredita que a ansiedade pelo gol atrapalhou a equipe.

"Acho que é mais a ansiedade nossa de querer marcar o gol e um pouco de falta de sorte também. Nem tanto no primeiro jogo, mas pelo segundo jogo dentro de casa acho que no mínimo seis chances de gol, infelizmente o goleiro deles estava em uma noite inspirada e o gol não saiu. Mas tenho certeza que quando o primeiro gol sair, a ansiedade vai passar, e sairão com mais naturalidade".

O atacante espera que contra o Náutico no sábado, às 16h30 na Arena Pernambuco, pela 3ª rodada, os gols já saiam e o time vença a primeira.

"A gente espera jogar melhor depois de dez dias de treinos para o jogo com o Náutico. Independente de quem marque o gol, o importante é o Ceará vencer a primeira na Série B e entrarmos de vez no campeonato".

Diário do Nordeste

Morre Alexandre Nepomuceno, maior capitão da história do Ceará

Alexandre Silvério Nepomuceno foi o terceiro jogador que mais vestiu a camisa do Alvinegro ( Foto: J L Rosa )
Alexandre Silvério Nepomuceno (Aracati, 1934) faleceu nessa terça-feira (24), após ficar internado em estado de coma durante cinco semanas, quando sofreu uma queda que o fez bater a cabeça. O zagueiro de 1,86m se transformou em um herói do time do Ceará e em um ícone do futebol alencarino.  , "Filé de Gia", como era conhecido, foi o terceiro jogador que mais vestiu a camisa do Alvinegro será sempre imortal para a torcida que o acompanhou até o dia de sua morte.

O garoto franzino e esbelto cresceu em Aracati, município que fica a 150km da capital cearense. Lá, Alexandre se interessou pelo futebol, principalmente, ao ouvir as histórias de grandes ídolos do Ceará como Sá Filho, Hermenegildo e Mitotônio.  Na cidade do litoral, viu que precisava alçar novos voos para a realização do sonho de ser jogador de futebol e com isso, veio morar em Fortaleza. 

sábado, 20 de maio de 2017

Memória alvinegra

Recordando
Década de 1970. Sede do Ceará Sporting Club em Porangabuçu. A partir da esquerda: Nagel de Melo, Caiçara e Nado. O três fizeram história no Vozão. Nagel foi bicampeão cearense (1971/72). Hoje mora em Recife. Caiçara, como técnico, foi campeão cearense pelo Fortaleza (1969 e 1973) e pelo Ceará (1975, 1976, 1980, 1981 e 1986). Nado brilhou no Náutico, Vasco, Ceará e Fortaleza. Morreu em 2013 aos 75 anos de idade. (Álbum de Elcias Ferreira).

Memória alvinegra

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Década de 1970. Meias Joãozinho e Luciano Oliveira no Ceará. João foi revelado pela Seleção de Itapipoca. Fez o gol do título do Fortaleza em 1969 na decisão com o Ceará (1 x 0). Depois João brilhou no próprio Ceará. Mora em Fortaleza. Luciano Oliveira brilhou no Fortaleza e no Ceará. Inesquecível sua atuação, quando no PV, pelo Ceará, "parou" o famoso Rivelino do Corinthians. Luciano morreu moço demais. (Álbum de Elcias Ferreira).

Contratado como nome de peso, Maxi deixa o Ceará

O atacante argentino Maxi Biancucchi conviveu com problemas na coxa em sua passagem pelo Ceará e atuou como titular em poucas oportunudades, deixando o clube após quatro meses ( Foto: JL Rosa )
Contratado como nome de peso, o atacante argentino Maxi Biancucchi rescindiu o contrato com o Ceará. O jogador, alegando problemas pessoais, chegou a um acordo com a diretoria alvinegra após quatro meses de clube e raras boas atuações.

O atacante de 32 anos chegou em 16 de janeiro ao Ceará com grande expectativa após passagens de sucesso por Bahia e Vitória. Ele estrearia praticamente um mês depois, contra o Itapipoca pelo Campeonato Cearense e faria apenas mais sete partidas, marcando um gol, diante do Uniclinic, em um 2 a 2 da fase classificatória do Estadual.

Convivendo com problemas físicos e desconfortos na coxa, Maxi jogou apenas 494 minutos pelo Vovô, sendo titular em apenas seis jogos. Na Série B ele atuou apenas 62 minutos, na estreia do clube contra o CRB e não entrou em campo diante do Boa, na terça-feira, sendo preterido por jogadores da base do clube com característica semelhante, como Rafinha, que entrou no jogo contra o time mineiro.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Memória alvinegra

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Década de 1960. Atletas do Ceará. A partir da esquerda: zagueiro Mauro Calixto, goleiro Aloísio Linhares e o zagueiro Alexandre Nepomuceno. Além de ganharem títulos estaduais pelo Ceará, Mauro e Aloísio foram tetracampeões pernambucanos pelo Náutico. Alexandre foi o grande capitão do Ceará no tri estadual (1961,1962 e 1963). Também brilhou na Seleção Cearense em 1963. (Álbum de Luís Carlos Moreira).